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source: Institute of Geography and Statistics (IBGE)
url: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/en/agencia-press-room/2185-news-agency/releases-en/46087-em-fevereiro-ipca-fica-em-0-71.html
document_type: html
date_retrieved: 2026-03-15
period: February 2026
parent_publication: Extended National Consumer Price Index (IPCA) - Monthly Release
indicators_covered: [Inflation Rate YoY, Inflation Rate MoM]
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# In Febraury, IPCA is 0.70%

**Section:**  
March 12, 2026 09h00 AM  | Last Updated: March 12, 2026 03h15 PM

Brazil's Extended National Consumer Price Index (IPCA) for February was 0.70%, 0.37 percentage points (pp) higher than the 0.33% recorded in January. Year-to-date, the IPCA has accumulated a 1.03% increase, and over the last twelve months, the index stood at 3.81%, below the 4.44% of the preceding 12 months. In February 2025, the change was 1.31%. The largest change and impact were recorded in the Education group (5.21% and 0.31 pp), followed by Transportation , with the second largest change and impact (0.74% and 0.15 pp). Together, these two groups represent approximately 66% of the month's result. The remaining groups ranged from 0.13% for Household articles to 0.59% for Health and personal care .


The Education group showed the largest change (5.21%) and the greatest impact (0.31 pp) on the February result, accounting for approximately 44% of the index. The largest contribution came from regular courses (6.20%), due to the adjustments usually made at the beginning of the school year. The largest changes were in the subitems secondary school (8.19%), priamary school (8.11%) and preschool (7.48%).


|Group|Change (%)|Impact (pp)|||
|---|---|---|---|---|
|January|February|January|Febraury||
|General Index|0.33|0.70|0.33|0.70|
||||||
|Food and beverages|0.23|0.26|0.05|0.06|
|Housing|-0.11|0.30|-0.02|0.05|
|Household articles|0.20|0.13|0.01|0.00|
|Wearing apparel|-0.25|0.16|-0.01|0.01|
|Transportion|0.60|0.74|0.12|0.15|
|Health and personal care|0.70|0.59|0.10|0.08|
|Personal expenses|0.41|0.33|0.04|0.03|
|Education|0.02|5.21|0.00|0.31|
|Communication|0.82|0.15|0.04|0.01|
|Source: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços|||||


The remainder is temporarily in Portuguese.


O grupo Transportes (0,74%) foi o responsável pelo segundo maior impacto no índice de fevereiro (0,15 p.p.), com a alta de 11,40% na passagem aérea . Também apontaram altas o seguro voluntário de veículos (5,62%), o conserto de automóvel (1,22%) e o ônibus urbano (1,14%). O subitem ônibus urbano (1,14%) reflete a incorporação dos seguintes reajustes tarifários:


Além disso, por conta da redução tarifária aos domingos e feriados, Curitiba registrou variação de -1,27% no ônibus urbano que, em Brasília, foi de -9,54% devido às gratuidades aos domingos e feriados, que também estão vigentes em Belém (1,04%).


Ainda em Transportes , no metrô (0,00%) foi apropriada a variação de -9,54% em Brasília, por conta das gratuidades aos domingos e feriados, e o reajuste de 3,85% em São Paulo (0,94%), a partir de 06 de janeiro, mesmo reajuste aplicado no trem (0,51%), em São Paulo (0,94%), com a mesma vigência. Também em São Paulo (1,76%), a integração transporte público (1,76%) considera, além das gratuidades, o reajuste citado acima. O subitem táxi (0,90%) reflete os seguintes reajustes: 4,26% em Porto Alegre (1,69%) a partir de 19 de fevereiro; 4,53% em Salvador (3,48%) a partir de 23 de janeiro; 18,70% em Fortaleza (11,28%) a partir de 19 de janeiro e 4,92% no Rio de Janeiro (0,45%) a partir de 02 de janeiro.


Cabe ressaltar a variação de -0,47% nos combustíveis com quedas na gasolina (-0,61%) e no gás veicular (-3,10%), e altas no etanol (0,55%) e no óleo diesel (0,23%).


Em Saúde e cuidados pessoais (0,59%), sobressaem os artigos de higiene pessoal (0,92%) e o plano de saúde (0,49%).


O grupo Habitação apresentou variação de 0,30% em fevereiro, após a queda de 0,11% registrada em janeiro. A alta foi impulsionada pelo subitem taxa de água e esgoto (0,84%) em razão da apropriação dos seguintes reajustes: 6,21% e 4,69% em Porto Alegre (0,99%) vigentes desde 23 de fevereiro e 1º de janeiro, respectivamente; 6,56% em Belo Horizonte (7,07%) a partir de 22 de janeiro; 4,57% em Campo Grande (0,57%) a partir de 3 de janeiro e 6,48% em São Paulo (0,40%) desde 1º de janeiro.


A energia elétrica residencial variou 0,33% em fevereiro, com a permanência da bandeira tarifária verde. Já o subitem gás encanado apresentou recuo de 1,60% dada a incorporação das reduções de 0,08% (desde 1º de janeiro) e de 4,44% (desde 1º de fevereiro) nas tarifas no Rio de Janeiro (-3,64%) e, também, a redução de 4,01% em Curitiba (-3,77%) a partir de 1º de fevereiro.


O grupo Alimentação e bebidas saiu de 0,23% em janeiro para 0,26% em fevereiro. A alimentação no domicílio registrou variação de 0,23%, ante o 0,10% do mês anterior, com influência das altas do açaí (25,29%), do feijão-carioca (11,73%), do ovo de galinha (4,55%) e das carnes (0,58%). No lado das quedas, os destaques são as frutas (-2,78%), o óleo de soja (-2,62%), o arroz (-2,36%) e o café moído (-1,20%).


A alimentação fora do domicílio (0,34%) desacelerou em relação ao mês anterior (0,55%). A refeição saiu de 0,66% em janeiro para 0,49% em fevereiro e o lanche passou de 0,27% para 0,15% no mesmo período.


No que concerne aos índices regionais, a maior variação ocorreu em Fortaleza (0,98%), influenciada pela alta dos cursos regulares (6,83%) e da gasolina (2,95%). A menor variação ocorreu em Rio Branco (0,07%), por conta do recuo da energia elétrica residencial (-1,27%) e do automóvel novo (-0,85%).


### Variação do IPCA por região

|Região|Peso Regional (%)|Variação (%)|Variação Acumulada (%)|||
|---|---|---|---|---|---|
|Janeiro|Fevereiro|Ano|12 meses|||
|Fortaleza|3,23|0,47|0,98|1,45|4,38|
|São Paulo|32,28|0,28|0,97|1,26|4,70|
|Belo Horizonte|9,69|0,44|0,76|1,20|3,42|
|Vitória|1,86|0,42|0,75|1,17|4,27|
|Rio de Janeiro|9,43|0,30|0,74|1,04|3,01|
|Recife|3,92|0,28|0,73|1,02|3,81|
|Goiânia|4,17|0,22|0,70|0,92|3,91|
|Aracaju|1,03|0,40|0,68|1,09|3,30|
|Belém|3,94|0,16|0,62|0,78|2,77|
|Brasília|4,06|0,26|0,59|0,86|3,60|
|Salvador|5,99|0,52|0,40|0,91|2,93|
|Porto Alegre|8,61|0,23|0,33|0,57|4,07|
|Curitiba|8,09|0,41|0,32|0,74|3,10|
|São Luís|1,62|0,23|0,28|0,51|2,41|
|Campo Grande|1,57|0,48|0,18|0,65|2,13|
|Rio Branco|0,51|0,81|0,07|0,88|3,45|
|Brasil|100,00|0,33|0,70|1,03|3,81|
|Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços||||||


O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília. Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 30 de janeiro de 2026 a 03 de março de 2026 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de dezembro de 2025 a 29 de janeiro de 2026 (base).


### INPC fica em 0,56% em fevereiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC teve alta de 0,56% em fevereiro, 0,17 p.p. acima do resultado observado em janeiro (0,39%). No ano, o INPC acumula alta de 0,95% e, na ótica dos últimos 12 meses, o índice ficou em 3,36%, abaixo dos 4,30% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2025, a taxa foi de 1,48%.


Os produtos alimentícios aceleraram de janeiro (0,14%) para fevereiro (0,26%). A variação dos não alimentícios passou de 0,47% em janeiro para 0,66% em fevereiro.


Quanto aos índices regionais, a maior variação ocorreu em Fortaleza (0,98%), influenciada pela alta dos cursos regulares (7,02%) e da gasolina (2,95%). A menor variação ocorreu em Campo Grande (0,07%), por conta do recuo da energia elétrica residencial (-5,31%) e do tomate (-10,71%).


### Variação do INPC por região

|Região|Peso Regional (%)|Variação (%)|Variação Acumulada (%)|||
|---|---|---|---|---|---|
|Janeiro|Fevereiro|Ano|12 meses|||
|Fortaleza|5,16|0,62|0,98|1,60|4,47|
|Recife|5,60|0,17|0,78|0,95|3,58|
|São Paulo|24,60|0,41|0,78|1,19|4,37|
|Belo Horizonte|10,35|0,53|0,67|1,21|3,03|
|Rio de Janeiro|9,38|0,26|0,65|0,91|2,43|
|Vitória|1,91|0,44|0,61|1,05|4,07|
|Goiânia|4,43|0,22|0,58|0,80|3,80|
|Aracaju|1,29|0,31|0,56|0,88|3,26|
|Belém|6,95|0,37|0,41|0,78|2,71|
|São Luís|3,47|0,20|0,35|0,56|2,38|
|Salvador|7,92|0,56|0,30|0,86|2,44|
|Porto Alegre|7,15|0,27|0,25|0,52|3,77|
|Curitiba|7,37|0,43|0,15|0,57|2,47|
|Brasília|1,97|0,35|0,14|0,49|2,56|
|Rio Branco|0,72|0,76|0,08|0,84|2,95|
|Campo Grande|1,73|0,44|0,07|0,51|1,73|
|Brasil|100,00|0,39|0,56|0,95|3,36|
|Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços||||||


O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília. Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 30 de janeiro de 2026 a 03 de março de 2026 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de dezembro de 2025 a 29 de janeiro de 2026 (base).

